Atenção no Seguro, por Gerson Anzzulin: Seguro Responsabilidade Civil Empregador

Atenção no Seguro, por Gerson Anzzulin: Seguro Responsabilidade Civil Empregador
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O montante de indenizações trabalhistas em 2025 no Brasil chegou a R$ 50,7 bilhões e mais de 2,3 milhões de novas ações foram registradas. Na avaliação de especialistas, as empresas brasileiras seguem expostas a riscos financeiros elevados e, muitas vezes, sem proteção adequada, como a do Seguro Responsabilidade Civil Empregador.

O advogado especialista em Direito do Trabalho e Direito Médico, Bruno Dittberner, disse que este produto é uma alternativa estratégica para o enfrentamento de situações deste porte, pois cobre despesas por acidentes de trabalho ou por doença de trabalho. “Esse seguro cobre despesas que a empresa venha a ter por dano moral, indenização de pensionamento ou danos materiais. Também cobre despesas de honorário advocatícios, perícias médicas e custas processuais”.

Conforme Dittberner, o RC Empregador concede uma segurança ao empregador e ajuda a mitigar o impacto financeiro dos processos, mas ainda é pouco utilizado pelas empresas. “Acredito que isso ocorra por desconhecimento. Este seguro ainda é pouco usual para a importância que tem e diante das consequências positivas que pode trazer às empresas no caso de um infortúnio”, concluiu.

O alcance do seguro de vida

Marina Mota Pigatto  | Grupo Caburé Seguros/Divulgação/JC

Marina Mota Pigatto I Grupo Caburé Seguros/Divulgação/JC

O Grupo Caburé Seguros é conhecido no mercado como especialista em seguro de vida. Nesta entrevista, a Diretora de Expansão, Marina Mota Pigatto, destaca o momento do produto no mercado brasileiro.

– O que o seguro de vida oferece?

É uma proteção para o segurado e seus entes queridos. Não é somente uma herança para quem fica, mas também um produto adequado para a sucessão. Lembrando que a invalidez é um ponto importante, pois isso pode fazer falta para o trabalhador que sofrer um acidente. Fora isso, existem as coberturas de perda de renda e diária hospitalar e os serviços, como o da telemedicina, e as assistências, como a do funeral.

– Os beneficiários da apólice de seguro de vida serão os indicados pelo segurado?

Sim. Cem por cento. O segurado é soberano e a sua escolha é respeitada. Caso isso não tenha ocorrido, os beneficiários serão os herdeiros legais. Lembrando que seguro de vida não entra em inventário.

– O produto seguro de vida já pode ser visto como uma ferramenta financeira no Brasil?

Acredito que não. Este é o desafio. Precisamos trazer para o produto seguro de vida a visão de que ele é uma ferramenta financeira, de que é para a vida. Nesse momento, ainda não é a ferramenta financeira da magnitude que poderia ser. Digamos que está a caminho disso. O produto é muito bom, tem uma formatação diferente, mas ainda não conseguimos comunicar isso adequadamente à população.

Arquivo Pessoal/JC